quinta-feira, 5 de maio de 2011

Coluna Prestes: Enfim, o Fim!

          Após dois anos de combate de nosso louvável governo republicano contra estes rebeldes tenentes, finalmente há indícios concretos de que chega ao fim este inconsequente movimento. Como tornou-se de conhecimento da população, a revolta liderada pelo rebelde Luís Carlos Prestes, tomou proporções absurdas ao avançar pelo interior do Brasil! Ao disseminar seus ideais anti-republicanos e de combate às forças governistas, o movimento conhecido como Coluna Prestes colocou os próprios cidadãos brasileiros contra o modo de governo de sua pátria.
          Ao longo destes anos, o governo entrou em combate com os rebeldes e, infelizmente, foi derrotado em grande parte dos confrontos. Mas tamanho esforço um dia seria recompensado. E, devido à persistência de nossas tropas, o movimento que espalhou absurdos pelo interior do Brasil era gradualmente enfraquecido. Seus seguidores reduziam em número, e a marcha tornava-se cada dia menos ameaçadora ao poder da República.
          Então, finalmente podemos constatar que os poucos rebeldes restantes já não tinham mais força ou motivação suficientes para dar continuidade à Coluna Prestes. Recebemos a informação de que os seguidores restantes de Luís Carlos Prestes, temerosos, e desistindo da luta, resolveram exilar-se na vizinha Bolívia.
          Portanto, mais uma vez os brasileiros fiéis a República podem cantar sua vitória, comemorando o fim da revolta tenentista e o triunfo dos ideais republicanos!

O homem que parou a Coluna Prestes

A propaganda "invencibilidade" da Coluna Prestes é um mito pois se não foi derrotada, jamais conheceu a vitória. Sob o comando de Luís Carlos Prestes, a Coluna cometeu um erro, ao passar pela Bahia: matou dois parentes de Horácio de Matos, um chefe de jagunços,político e coronel do sertão baiano, afeito às lutas nas caatingas e matas da Chapada.
Prestes ainda tenta contornar a situação, mas já era tarde demais. Horácio se organiza sob apoio do governo federal, o Batalhão Patriótico Chapada Diamantina: os antigos jagunços eram agora homens de farda, com soldo, e uma missão. Horácio era o comandante-em-chefe do Batalhão e sua campanha foi registrada em diário de campanha pelo Capitão-ajudante Franklin de Queiroz

Oficiais do Batalhão Patriótico Lavras Diamantinas

Tem início assim a maior perseguição que a nossa História já registrou, impingindo os "cabras" do sertão baianos sucessivos reveses à Coluna, forçando-a a deixar o Brasil e penetrar as terras bolivianas, em fevereiro de 1927, sob o comando do tenente Procópio Sabino Diamantino, recebido depois como herói na Chapada.


São de heróis como esse que o Brasil precisa! Homens de verdade que arriscam sua vida para o bem do país. É preciso coragem para combater motins que jovens baderneiros organizam, ao invés de defenderem sua pátria, arrumam revoltas sem aparentes motivos. 


Em homenagem a garra e a astúcia e garra do nosso grande herói, Horácio de Matos, que morreu por sua pátria. 


       A Coluna, além de mal-armada (não dispondo de fábricas de armamento e munição), não contava com uma retaguarda que assegurasse o abastecimento da tropa. Prestes transformou a tropa rebelde num exército, em que vigorava a disciplina militar e, ao mesmo tempo, era estimulada a iniciativa dos soldados. Sem uma disciplina rigorosa e um comando único e centralizado, as forças rebeldes seriam derrotadas. Mas, sem a participação ativa de cada soldado, sem a compreensão, de parte de cada um deles, de que a luta era pela libertação do Brasil do governo despótico de Artur Bernardes, seria impossível garantir a sobrevivência de uma força armada tão diferente: não havia soldo, nem pagamento de qualquer espécie, ou vantagens de qualquer tipo, e se exigia, para permanecer em suas fileiras, um grande espírito de sacrifício e muita disposição de luta.
      Além disso, a Coluna não se poderia transformar num exército revolucionário, movido por um ideal libertário, se não sugerissem em seus combatentes uma atitude de respeito e solidariedade em relação ao povo com que mantinha contato. Qualquer arbitrariedade era punida com grande rigor; em alguns casos de maior gravidade, chegou-se ao fuzilamento dos culpados, principalmente quando houve desrespeito a famílias e, em particular, a mulheres.

Fonte: http://www.cecac.org.br/mat%E9rias/Coluna_Prestes_Anita_Leocadia_Prestes.htm

Coluna Prestes, um péssimo exemplo

A Coluna Prestes vem trazendo um péssimo exemplo para a nossa sociedade. Enquanto nosso presidente Arthur Bernardes, que tenta transformar o Brasil em um país melhor, apoiando as lideranças rurais, esses revoltosos procuram derrubar seu governo e aproveitar-se da situação para reivindicar sua parte. Eles possuem um caráter golpista e elitista, ao contrário do que muitos de vocês imaginam e por onde passam, há relatos de saques e estupros em algumas comunidades, além de trazer doenças vindas dos lugares por onde passam. Além disso, o número de rebeldes está aumentando cada vez mais e agora há também mulheres no movimento. Por isso, devemos unir forças e salvar o Brasil da Coluna Preste.