A propaganda "invencibilidade" da Coluna Prestes é um mito pois se não foi derrotada, jamais conheceu a vitória. Sob o comando de Luís Carlos Prestes, a Coluna cometeu um erro, ao passar pela Bahia: matou dois parentes de Horácio de Matos, um chefe de jagunços,político e coronel do sertão baiano, afeito às lutas nas caatingas e matas da Chapada.
Prestes ainda tenta contornar a situação, mas já era tarde demais. Horácio se organiza sob apoio do governo federal, o Batalhão Patriótico Chapada Diamantina: os antigos jagunços eram agora homens de farda, com soldo, e uma missão. Horácio era o comandante-em-chefe do Batalhão e sua campanha foi registrada em diário de campanha pelo Capitão-ajudante Franklin de Queiroz
Oficiais do Batalhão Patriótico Lavras Diamantinas
Tem início assim a maior perseguição que a nossa História já registrou, impingindo os "cabras" do sertão baianos sucessivos reveses à Coluna, forçando-a a deixar o Brasil e penetrar as terras bolivianas, em fevereiro de 1927, sob o comando do tenente Procópio Sabino Diamantino, recebido depois como herói na Chapada.
São de heróis como esse que o Brasil precisa! Homens de verdade que arriscam sua vida para o bem do país. É preciso coragem para combater motins que jovens baderneiros organizam, ao invés de defenderem sua pátria, arrumam revoltas sem aparentes motivos.
Em homenagem a garra e a astúcia e garra do nosso grande herói, Horácio de Matos, que morreu por sua pátria.
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